Aspectos: Seymor é a deusa dos elfos negros, a deidade dos aracnídeos e senhora da Torre de Zanzarrah. Sua aparência é a de uma gigantesca viúva-negra com um torso drow desenterrando-se do abdômen aracnídeo. É uma deusa enfraquecida por uma maldição rogada pela própria Gaiëha e necessita do sacrifício constante de elfos para libertar-se das teias que a prendem no alto da Torre de Zanzarrah, seu lar e também o reino dos drows.
Domínios: Destruição, Enganação, Escuridão, Mal e Caos.
Tendência: Caótica e Má.
Arma predileta: a cimitarra ("a presa da aranha")
Adoradores típicos: apenas drows e driders podem ser clérigos de Seymor. Outras raças dificilmente seguem esta religião. Em Draganoth, um elfo praticante de necromancia ou que, por danação, mata os próprios irmãos, pode tornar-se um drow com a bênção da deidade aranha.
Um drider é uma criatura que carrega a semelhança com a forma física de sua deusa. A prática de sacrifícios élficos e o sucesso em missões dedicadas à Seymor podem transformar um drow em um drider. A metamorfose permanente é considerada uma bênção entre a raça subterrânea de elfos.
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Drider |
Regiões de influência: A Torre de Zanzarrah é um lugar obscuro localizado entre os bosques de Ellidoränne, o círculo de montanhas que acerca Mordae e as terras geladas de Nevaska, além de um vasto caminho de dunas nomeado de "O deserto do condenado", lugar onde a corte élfica de Ellidorânne abandona os considerados pecadores da raça para que estes vaguem ao encontro de uma morte cruel alimentada por arrependimento.
Conta-se que Seymor foi uma yeshua entre os elfos, a primeira a lidar com o estudo da morte e a reconhecer as artes da necromancia como conhecimento válido. Julgada por seus hábitos suspeitos, Seymor foi obrigada a obter o conhecimento sobre a escola necromântica de forma secreta e obscura. O anseio da rainha dos drows para desvendar os mistérios da magia negra a corrompeu e sua descoberta culminou em seu exílio. Ela vagou pelo deserto do condenado até encontrar a morte em seu último delírio fatal.
A morte lhe veio na forma de uma miúda viúva negra, aracnídeo o qual a própria Seymor replicou a aparência física mais tarde. Tomada por delírios de assombrosa concórdia, Seymor mostrou-se alguém relutante a aceitar a morte como seu fim e passou a reconhecê-la como uma aliada. Mais do que simplesmente sobreviver ao delírio, a elfa exialada adaptou-se ao delírio e o veneno da viúva negra misturou-se à seu sangue tornando sua pele negra. Ela construiu a magnífica torre de Zanzarrah para proteger a si mesmo e aos seus futuros inúmeros simpatizantes do delírio. Quando recuperou-se, usou sua terrível necromancia contra Ellidoränne, mas fracassou, sendo ferida gravemente pelos yeshuas de Gaiëha.
Debilitada, Seymor retornou para seu abrigo seguro, na torre, e uniu-se à construção protegendo-se num gigantesco casulo de teias cinzentas de onde ela é capaz de se comunicar com seus súditos.
O único lugar seguro para Seymor é a própria Torre de Zanzarrah. É lá onde os elfos negros se reúnem e dedicam sacrifícios à deusa. Os elfos são o prato principal e quanto mais valor o elfo possuir, mais saboroso este será. De acordo com a crença drow, um dia, quando tamanha quantidade de sacrifícios élficos for alcançada, Seymor estará livre das terras do condenado e trará à morte à raça de Gaiëha.
Símbolo Sagrado:
Conta-se que Seymor foi uma yeshua entre os elfos, a primeira a lidar com o estudo da morte e a reconhecer as artes da necromancia como conhecimento válido. Julgada por seus hábitos suspeitos, Seymor foi obrigada a obter o conhecimento sobre a escola necromântica de forma secreta e obscura. O anseio da rainha dos drows para desvendar os mistérios da magia negra a corrompeu e sua descoberta culminou em seu exílio. Ela vagou pelo deserto do condenado até encontrar a morte em seu último delírio fatal.
A morte lhe veio na forma de uma miúda viúva negra, aracnídeo o qual a própria Seymor replicou a aparência física mais tarde. Tomada por delírios de assombrosa concórdia, Seymor mostrou-se alguém relutante a aceitar a morte como seu fim e passou a reconhecê-la como uma aliada. Mais do que simplesmente sobreviver ao delírio, a elfa exialada adaptou-se ao delírio e o veneno da viúva negra misturou-se à seu sangue tornando sua pele negra. Ela construiu a magnífica torre de Zanzarrah para proteger a si mesmo e aos seus futuros inúmeros simpatizantes do delírio. Quando recuperou-se, usou sua terrível necromancia contra Ellidoränne, mas fracassou, sendo ferida gravemente pelos yeshuas de Gaiëha.
Debilitada, Seymor retornou para seu abrigo seguro, na torre, e uniu-se à construção protegendo-se num gigantesco casulo de teias cinzentas de onde ela é capaz de se comunicar com seus súditos.
O único lugar seguro para Seymor é a própria Torre de Zanzarrah. É lá onde os elfos negros se reúnem e dedicam sacrifícios à deusa. Os elfos são o prato principal e quanto mais valor o elfo possuir, mais saboroso este será. De acordo com a crença drow, um dia, quando tamanha quantidade de sacrifícios élficos for alcançada, Seymor estará livre das terras do condenado e trará à morte à raça de Gaiëha.
Símbolo Sagrado:
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A Aranha |
Dogmas: os dogmas dos devotos de Seymor estão relacionados à libertação e fortificação da deusa e do aprimoramento da linhagem drow:
- Sangue élfico precisa ser derramado. A morte dos filhos de Gaiëha trará a libertação da deusa aranha;
- O veneno, a furtividade, a paciência e a astúcia são as armas da aranha;
- A escuridão é o lar dos aracnídeos,o subterrâneo, seu casulo.
Termos utilizados por servos de Azka:
Drider: é uma criatura que carrega semelhança física de Seymor, embora em tamanho reduzido. Um drow que alcance demasiada quantidade de sacrifícios em prol à libertação de Seymor, pode receber, da própria deusa, a bênção de se tornar um drider.
O Condenado: nome dado ao deserto que acerca a Torre de Zanzarrah, lugar no qual apenas os elfos negros conhecem um caminho seguro. Todos os demais hominídeos morrem durante a travessia, alvos de um poderoso efeito de morte chamado de "O delírio".
O Condenado: nome dado ao deserto que acerca a Torre de Zanzarrah, lugar no qual apenas os elfos negros conhecem um caminho seguro. Todos os demais hominídeos morrem durante a travessia, alvos de um poderoso efeito de morte chamado de "O delírio".